
Por Marcelo Sampaio | Tribuna da Cidade | Rede Onda Nova

Uma operação da Polícia Civil do Paraná (PCPR), realizada com apoio das forças de segurança de São Paulo, resultou na prisão de dois suspeitos investigados por integrar uma organização criminosa especializada em furtos a apartamentos de alto padrão em Curitiba.
As prisões ocorreram entre terça-feira (22) e quarta-feira (23), em território paulista. De acordo com as investigações, o grupo criminoso teria causado prejuízos milionários às vítimas, principalmente por meio do furto de joias de alto valor.
Em um dos casos investigados, os criminosos teriam levado joias avaliadas em aproximadamente R$ 1,7 milhão. Em outra ação atribuída ao mesmo grupo, os prejuízos chegaram a cerca de R$ 20 mil.
Segundo a Polícia Civil, os suspeitos saíam de São Paulo com destino à capital paranaense exclusivamente para cometer os crimes. Para acessar os condomínios de luxo, os integrantes do grupo utilizavam estratégias para se passar por visitantes e enganar sistemas de controle de acesso e portarias eletrônicas.
Após entrarem nos edifícios, os criminosos conseguiam chegar às áreas internas e, posteriormente, arrombavam apartamentos em busca de joias e objetos de alto valor.
As investigações envolveram trabalho de inteligência, análise de imagens de segurança e cruzamento de informações de diversos casos registrados em Curitiba. A partir desse levantamento, os policiais identificaram o modo de atuação da quadrilha e conseguiram localizar os suspeitos.
Durante a operação, foram cumpridas nove ordens judiciais, sendo três mandados de prisão e seis mandados de busca e apreensão.
A Polícia Civil informou ainda que uma mulher apontada como integrante do grupo, identificada como Letícia Pereira de Lima, continua foragida. As autoridades seguem realizando diligências para localizá-la e efetuar sua prisão.

As imagens obtidas durante a investigação mostram suspeitos tentando acessar condomínios residenciais de alto padrão na capital paranaense, reforçando as evidências reunidas ao longo do inquérito.
A PCPR orienta que qualquer informação sobre o paradeiro da foragida seja repassada às autoridades por meio dos canais oficiais de denúncia.
Créditos: Marcelo Sampaio
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