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A ARTE QUE HONRA O DEVER

Inspetor da PRF Pedro Faria recebe homenagem exclusiva do artista Fernando Israel

Por Claudia Bocchi

Em um gesto que une arte, reconhecimento institucional e respeito à trajetória pública, o Inspetor da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Pedro Faria, foi homenageado pelo artista plástico Fernando Israel com a entrega de uma obra exclusiva executada em Nanquim.

O encontro simbolizou mais do que uma deferência pessoal. Representou a valorização de uma carreira dedicada à segurança pública e ao comando responsável de uma das instituições mais estratégicas do país.

O traço que eterniza

Produzida com técnica refinada em Nanquim, a obra impressiona pelo contraste, precisão e riqueza de detalhes. Mais do que um retrato formal, a peça traduz a essência da liderança, capturando a postura firme e a presença institucional do Inspetor.

O Nanquim, tradicionalmente associado à permanência e à força visual, foi escolhido para refletir sobriedade, disciplina e autoridade — atributos intrínsecos ao exercício do comando na PRF.

Durante a homenagem, Pedro Faria destacou a importância do reconhecimento:

“Receber uma obra que retrata uma trajetória construída com dedicação é uma honra. A arte tem o poder de eternizar aquilo que fazemos em prol da sociedade.”

Liderança e compromisso

Ao longo de sua carreira, o Inspetor Pedro Faria consolidou-se como referência em gestão operacional e condução estratégica. A Polícia Rodoviária Federal, responsável pela fiscalização e segurança nas rodovias federais, exige preparo técnico e equilíbrio emocional — qualidades associadas à sua atuação.

A homenagem também reafirma o papel da instituição como guardiã da segurança viária e do enfrentamento ao crime nas estradas brasileiras.

Fernando Israel e a força da expressão artística

Reconhecido por sua técnica apurada e sensibilidade estética, Fernando Israel é conhecido por transformar figuras públicas em composições que transcendem o retrato convencional.

Seu domínio do Nanquim permite explorar luz e sombra de forma intensa, conferindo profundidade e personalidade às obras. Ao retratar o Inspetor Pedro Faria, o artista reforça o diálogo entre arte e serviço público — dois universos que, quando se encontram, produzem reconhecimento e memória.

Arte como memória institucional

Homenagens dessa natureza vão além do simbolismo individual. Elas registram, através da arte, capítulos da história institucional.

A obra entregue ao Inspetor Pedro Faria torna-se, assim, um marco visual de uma trajetória pautada por responsabilidade, liderança e dedicação à coletividade.

Reportagem: Claudia Bocchi

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