A maioria da população carente de Araucária passando fome e os ‘’malakabados’’ querendo se alimentar com o dinheiro da contribuição da população, a quem dizia ou diz ainda que o ex vereador da câmara de Araucária Benhur Custódio era ladrão, mas o que se dizer do atual ‘’Pastor’’ Eduardo Castilhos, parece me que só mudou o personagem pois na pratica tudo continua na mesma ou até pior.
O Vereador atual presidente daquela casa de leis, vem superando o poder que foi lhe concedido a começar com a criação de novos cargos de diretoria na CMA com salários altíssimos, Sim a Câmara Municipal de Araucária criou novos cargos de assessoria para os novos gabinetes parlamentares. A Câmara também desmembrou a Diretoria de Tecnologia da Informação e Comunicação Social em duas diretorias.
Explicação
Em 11 de março de 2025, o presidente da Câmara Municipal de Araucária, vereador Pastor Castilhos (PL), apresentou os novos servidores aprovados no Concurso Público nº 01/2023.
Em fevereiro de 2025, a Câmara Municipal de Araucária precisou criar novos cargos de assessoria para os novos gabinetes parlamentares instalados.
A Câmara também desmembrou a Diretoria de Tecnologia da Informação e Comunicação Social em duas diretorias: Diretoria de Tecnologia da Informação e Diretoria de Comunicação Social.
Tudo isso sem consultar a população ou seja nada mudou ou até piorou.
Os vereadores de Araucária aprovaram na ultima terça-feira (18) a concessão de um vale-refeição para eles mesmos. A partir de agora, cada um dos 13 vereadores do município iria receber mensalmente R$ 1,2 mil em vale, como complemento ao salário de R$ 12.661. O projeto foi aprovado por 7 votos a 4 – um vereador estava ausente e não votou, e o presidente não vota a não ser em caso de desempate.
O custo do pagamento do vale seria para os vereadores será de R$ 16,6 mil por mês. No ano, o município gastaris R$ 199,5 mil com os vales. Até aqui, apenas funcionários comissionados e efetivos recebiam o auxílio. Na semana passada, a Câmara aprovou em primeira votação a extensão do benefício aos vereadores. A aprovação foi confirmada nesta terça. A lei segue agora para sanção do prefeito Dr. Gustavo (PL).
Veja como votaram os vereadores nesta terça:
A favor do vale roubalheira
Celso Nicácio (PSD)
Fabio Pedroso (PL)
Nilso Vaz Torres (PL)
Paulinho Cabeleireiro
Pedrinho Gazeta (PSD)
Vagner Chefer (PSD)
Vilson “Grilo” Cordeiro (União)
Contrários
Gilmar do Sindimont (PT)
Leandro da Academia (SD)
Olizandro Junior (MDB)
Professor Valter (SD)
Ausente
Fabio Almeida Pavoni (PV)
Não votou por ser presidente
Eduardo Castilhos (PL) mas é a favor
O prefeito Gustavo Botogoski (PL) não vai sancionar o projeto de lei aprovado pela Câmara de Araucária e que estendeu o pagamento de auxílio-alimentação para os vereadores.
A proposta foi aprovada em segunda votação nesta terça-feira, 18 de março. O projeto de lei já havia sido aprovado em primeira análise na semana passada. Naquela oportunidade, dos 12 votos possíveis, apenas dois se manifestaram contrários: Gilmar Lisboa (PT) e Valter Fernandes (Solidariedade). Na ocasião, Leandro da Academia (Solidariedade) e Fábio Pavoni (PV) não compareceram a plenária e por este motivo não votaram.
Em segunda votação o número de contrários aumentou. Leandro da Academia, que foi um dos autores do projeto, compareceu aos trabalhos e votou contra a criação do auxílio. Já Olizandro Junior (MDB), que havia votado favorável a proposta em primeira análise, mudou de ideia e na sessão desta terça votou contrário. Fábio Pavoni novamente não compareceu aos trabalhos em razão de um atestado médico. Eduardo Castilhos (PL), por ser o presidente da Casa, não tem direito a voto nesse tipo de projeto de lei. Com isso, o placar final foi de sete votos favoráveis e quatro contrários.
Como se trata de um projeto de lei e não de resolução, o texto segue agora para a Prefeitura. Gustavo já teria conversado com a Procuradoria Geral do Município (PGM), a quem cabe emitir parecer que embasa a decisão de veto ou sanção. O órgão já sinalizou que não existe ilegalidade na lei.
No entanto, Gustavo disse que, enquanto cidadão, não concorda com o pagamento do auxílio-alimentação para vereadores. Lembrou que na Prefeitura o prefeito e a vice não fazem jus ao benefício. “Apesar do meu posicionamento pessoal, enquanto prefeito acredito que qualquer interferência minha num projeto aprovado pela maioria da Câmara feriria a independência e harmonia que deve existir entre os poderes e que baliza o Estado Democrático de Direito. Mas, deixo claro, que eu não vou sancionar essa lei”, explicou.
15 DIAS
Diante da decisão do prefeito de não sancionar a lei, o documento permanecerá 15 dias no Executivo e, como não haverá sanção, a Lei Orgânica do Município manda que o projeto retorne à Câmara, cabendo à Presidência do Poder Legislativo solicitar à Secretaria Municipal de Administração (SMAD) a numeração da lei. Em seguida, a própria Casa promulga o texto e determina sua publicação em Diário Oficial, passando então a valer.
O auxílio-roubalheira de alimentação no valor de R$ 1.279,38 será pago em dinheiro junto com o pagamento mensal de cada parlamentar. Por mês, o benefício custará aos cofres públicos R$ 16.631,94. Por ano, essa despesa extra será de R$ 199.583,28. O benefício é retroativo ao mês de janeiro de 2025.
Mesmo sob as fortes vaias da população que acompanhava a sessão plenária desta terça-feira (18) na Câmara Municipal, a maioria dos vereadores de Araucária aprovou, por 7 votos a 4, a criação de um auxílio-alimentação no valor de R$ 1.279,38 para eles mesmos.
Vale ressaltar que, na primeira votação, o vereador Olizandro Júnior havia votado a favor do auxílio, porém mudou o seu voto no segundo pleito após forte pressão popular. Já Leandro da Academia, apesar de ser um dos autores do Projeto de Lei, faltou na primeira votação e acabou votando contra na segunda votação, também por pressão popular.
Polêmicas durante e após a votação
A mudança de voto de Olizandro Júnior e os votos contrários de Leandro da Academia e Professor Valter acabaram causando a ira do Presidente da Câmara, Pastor Eduardo Castilhos (PL).
Ainda durante a plenária, que foi transmitida ao vivo, Castilhos o novo chefe da máfia de colarinho branco acusou os referidos parlamentares de “hipocrisia”, “covardia” e “deslealdade”. Ele também deixou claro que, em sua gestão no Legislativo, não hesitará em tomar medidas drásticas contra as dissidências internas ou seja a nova ditadura municipal de Araucária .
Ao término da sessão plenária, Castilhos, de fato, tomou suas medidas e exonerou a Diretora da Escola Legislativa, Aline Bueno, e o Assessor de Imprensa, Luís Gustavo Oliveira. Ambos eram indicações do vereador Professor Valter. Servidores ligados a Leandro da Academia e Olizandro Júnior (MDB) também foram dispensados, o que escancara a retaliação política aos que votaram contra o auxílio.
Além do destempero durante e após a votação, a Casa Legislativa também foi palco de um bate-boca entre Vagner Chefer (esse já sendo investigado pelo MPE) e Olizandro Júnior. Chefer não ficou feliz com a mudança de voto de Júnior e acusou o vereador de “não cumprir com a palavra”.
A transformação do projeto em Lei Municipal irá causar um impacto orçamentário de quase R$ 200 mil por ano aos cofres públicos.
Os servidores de Araucária, que estão com o auxílio-alimentação congelado há 02 anos, e a população seguem de olho no trabalho dos vereadores! Parem de roubar e vamos alimentar o povão que tem baixa renda e passam fome em Araucária..
O vereador Fabio Pavoni enviou um vídeo ao TRIBUNA DA CIDADE mostrando sua posição perante aos fatos.